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Vista panorâmica de Hong Kong. (Fonte: Commons)

Região é uma das mais desenvolvidas financeiramente no continente asiático

Redação pecahoje.com.br

Assim como Macau, Hong Kong é uma região administrativa especial controlada pela China. Com um população de quase 7,5 milhões de pessoas distribuídas em um território de 1100 quilômetros quadrados, a cidade é considerada uma das nações mais influentes do mundo, figurando no topo das listas de expectativa de vida e desenvolvimento econômico. A região é conhecida por ser um carro-chefe nos setores econômico e financeiro na Ásia.

A região foi anexada ao território chinês durante a dinastia Qin, por volta de 200 a.C., tornando-se um pequeno vilarejo de pescadores. Os primeiros europeus a visitar a região foram os portugueses no ano de 1513 – foram expulsos do local pouco tempo depois após um desentendimento com o governo chinês. Lentamente a interação com os europeus voltou a ser estabelecida, com o surgimento de laços comerciais. Dentre os clientes, destaque para o Reino Unido, que oferecia remessas de ópio como moeda de troca para as diversas matérias-primas obtidas da China. Em vista dos efeitos da substância na sociedade e de outros desdobramentos, uma guerra foi travada entre as nações, a chamada Primeira Guerra do Ópio, que culminou com a vitória dos britânicos no ano de 1842, recebendo o território como compensação do combate.

Em 1984, os governos inglês e chinês assinaram uma declaração em que o Reino Unido transferiria a colônia de volta ao governo da China em 1997, que ficaria a cargo de assegurar os sistemas político e econômico da região. Atualmente Hong Kong é uma das áreas mais desenvolvidas economicamente na Ásia, com um PIB acima do valor de países grandes, como Chile, República Tcheca e Portugal.

Times Square, o distrito comercial de Hong Kong. (Fonte: Commons)

A região também é conhecida por ser uma das principais indústrias cinematográficas da Ásia. Talvez a figura mais conhecida do cinema honconguês é o ator Bruce Lee, responsável pelos filmes A Fúria do Dragão e Operação Dragão, aclamado até hoje por popularizar as artes marciais asiáticas no Ocidente e por possuir um profundo conhecimento filosófico. Outro ator bastante famoso da região é Jackie Chan, nascido na região de Victoria Park, conhecido mundialmente por protagonizar filmes com elaboradas cenas de ação, como Arrebentando em Nova Iorque e a série Hora do Rush. Exploraremos ambas figuras em artigos futuros.

Outros artistas conhecidos de Hong Kong incluem Jet Li (Romeu Tem Que Morrer, O Mestre das Armas), Sammo Hung (da série americana Um Policial da Pesada) e Stephen Chow (Kung Fu Futebol Clube, Kung Fusão). A fama dessas produções faz com que a região seja inspiração para diversas obras de entretenimento. Um exemplo recente inclui a recriação da cidade para ser explorada no jogo de ação Sleeping Dogs, publicado pela Square Enix para consoles e computador em 2012.

Hong Kong organiza o próprio campeonato de futebol, a Premier League de Hong Kong, com dez equipes no total. Curiosamente, todos os times que disputaram o torneio na temporada 2018-2019 contavam com pelo menos um jogador brasileiro. Dentre as estrelas do torneio, destaque para o atacante uruguaio Diego Forlán, vencedor da UEFA Europa League pelo Atlético de Madrid, que conquistou o campeonato em uma passagem relâmpago pelo Kitchee, onde marcou seis gols.

O inglês honconguês coexiste com outros dialetos do idioma chinês. (Fonte: Commons)

Da mesma forma que Macau tem o português como segundo idioma, Hong Kong é bilíngue, tendo o inglês e os dialetos de chinês como línguas oficiais. Ainda que perfeitamente compreensível por cidadãos de países anglófonos, como os EUA e a Inglaterra, o inglês honconguês sofreu grande influência da gramática chinesa, resultando em expressões inusitadas, como “unrecycle” (“desreciclar”), usado em latas de lixo orgânico. 

Talvez a mais famosa é “add oil” (“adicione óleo” em português), incorporada ao dicionário Oxford em 2017, utilizada para incentivar esportistas e estudantes. A expressão surgiu durante os primeiros GPs de Macau, quando os torcedores começaram a pedir que os pilotos de Hong Kong “pisassem mais fundo” durante a corrida, “adicionando mais óleo (combustível)” ao motor.

De fato, uma das regiões mais desenvolvidas no continente asiático, tendo alcance mundial tanto economicamente como culturalmente. 

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