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Um nome recorrente em alguns modelos, o câmbio CVT é um conhecido sistema de transmissão.

Redação pecahoje.com.br

É bem comum pensar que câmbio automático é tudo igual. No entanto, existem diversos modelos de transmissão que não dependem do motorista realizar a troca de marcha. Isso gera mais facilidade e maior conforto que um carro com transmissão mecânica. Vamos conhecer todos nesse artigo.

Os tipos de transmissão automatizada

Temos quatro exemplos de transmissão automatizada:

  • Automatizada, sequencial ou semiautomático: utiliza a mesma transmissão mecânica, porém com um dispositivo eletromecânico que faz o acionamento da embreagem para causar as trocas de marcha em maneira automática.
  • Automático epicíclica: faz uso de um conversor de torque que passa a força do motor até às rodas, assim como um sistema eletrohidráulico que ativa as engrenagens planetárias no interior.
  • Automatizada de dupla embreagem: de maneira similar à automatizada, ela também utiliza uma transmissão semelhante ao câmbio manual, porém conta com dois eixos de engrenagens ao invés de apenas um. Conta, também, com duas embreagens (interna e externa), que facilitam a troca de marchas com o mínimo de perda de rotação do motor, permitindo que as mudanças de marcha sejam suaves, ampliando o desempenho do veículo.
  • CVT: o método dispensa o uso de engrenagens e um eixo, fazendo uso de uma correia de aço e duas polias variáveis. Isso altera o diâmetro entre os extremos conforme a necessidade, criando, assim, uma marcha adequada para cada momento.

Qual é a origem da transmissão CVT?

CVT significa, em inglês, “Continuosly Variable Transmission”, que pode ser traduzido para “transmissão continuamente variável” em português. Acredita-se que a primeira pessoa a esboçar o câmbio nesse estilo foi o famoso polímata italiana Leonardo da Vinci – obviamente não para um carro a combustão, mas para um veículo propulsionado pela força física humana.

O primeiro uso em um automóvel aconteceu nos anos 50, no DAF 600 Variomatic, da empresa neerlandesa DAF Trucks, projetado pelo empresário Hub van Doorne.

O funcionamento do câmbio CVT

A transmissão CVT não faz uso de engrenagens ou eixo como um câmbio automático epicíclico, dado que possui duas polias de diâmetros variáveis. A polia primária está ligada ao motor do veículo através do conversor de torque, enquanto a polia secundária está conectada ao diferencial, com o intuito de transmitir a energia do propulsor até às rodas do veículo. Essas polias são ligadas por uma correia metálica.

Com a alta pressão do óleo que entra na polia, ambas têm seu diâmetro reduzido que altera a relação do câmbio. Apesar disso, o perímetro da correia é mantido, sem causar alterações em seu tamanho. O diâmetro entre as polias, bem como em qual velocidade esses componentes giram, definem a força que chega até as rodas. Isso faz com que o motor trabalhe em um giro ideal.

Quais carros chineses possuem câmbio CVT?

Chery Tiggo 2, um carro chinês com câmbio CVT
Chery Tiggo 2. (Imagem: Commons)

Como você já sabe, o pecahoje.com.br é um autopeças especializado em veículos chineses, portanto, vamos comentar um pouco sobre quais carros da China possuem essa transmissão. Um deles é o SUV JAC T50, da JAC Motors (você pode conhecer a história deles nesse artigo), com motor 1.6 de 138 cavalos. Outros veículos que usam o câmbio CVT são os modelos Chery Tiggo, da Chery – nós também contamos a história deles em outro artigo. Desde sua versão inicial, que recebeu o modelo de transmissão na China em 2012, até os recentes Tiggo 2 e o Tiggo 3X, fazem uso do câmbio CVT.

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